quinta-feira, 10 de novembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Chá no Bule
(Poema)
De manhã cedinho
eu tomo meu chá.
Meu chá no bule e
também ao tardar.
Vovó prepara meu chá
acompanhado de biscoitos,
que são tão gostosos e melhores com chá.
By: Carlos Barroso
De manhã cedinho
eu tomo meu chá.
Meu chá no bule e
também ao tardar.
Vovó prepara meu chá
acompanhado de biscoitos,
que são tão gostosos e melhores com chá.
By: Carlos Barroso
O Amor
(Poesia)
O amor!
É uma alegria.
É uma grande felicidade.
É uma grande saudade.
O amor!
É uma humildade.
É uma grandiosidade.
É uma verdade.
O amor!
É uma razoabilidade.
É uma sinceridade.
É uma longanimidade.
O amor!
É uma bondade.
É uma benignidade.
É uma preciosidade.
O amor vem de cima.
By: Carlos Barroso
O amor!
É uma alegria.
É uma grande felicidade.
É uma grande saudade.
O amor!
É uma humildade.
É uma grandiosidade.
É uma verdade.
O amor!
É uma razoabilidade.
É uma sinceridade.
É uma longanimidade.
O amor!
É uma bondade.
É uma benignidade.
É uma preciosidade.
O amor vem de cima.
By: Carlos Barroso
quarta-feira, 27 de abril de 2011
o amigo e os amigos
(Poema)
Eu passo a virar a minha
face.
Viro-a e vejo milhares.
Milhares não para o mal,
mas sim para me confortar e
acolher.
Eu virei a minha face e
ví pessoas chorando.
Chorando não por elas mesmas,
mas por causa dos meus prantos.
Eu virei minha face mais
uma vez.
Desta vez eu sentí mãos
em meus ombros .
Não porque me batiam, mas
porque me encorajavam.
Eu virei mais outra vez a
minha face.
Desta vez me sentí
arrepiado.
Não porque estava com medo,
mas porque percebí que muitos
estavam comigo.
E agora a forma de min-
ha face mudou.
Não porque fiquei mais
triste, mas porque fiquei
mais alegre.
E por quê? Porque sentí
que o maior de todos os
amigos está sempre ao meu
lado.
By: Carlos Barroso
Eu passo a virar a minha
face.
Viro-a e vejo milhares.
Milhares não para o mal,
mas sim para me confortar e
acolher.
Eu virei a minha face e
ví pessoas chorando.
Chorando não por elas mesmas,
mas por causa dos meus prantos.
Eu virei minha face mais
uma vez.
Desta vez eu sentí mãos
em meus ombros .
Não porque me batiam, mas
porque me encorajavam.
Eu virei mais outra vez a
minha face.
Desta vez me sentí
arrepiado.
Não porque estava com medo,
mas porque percebí que muitos
estavam comigo.
E agora a forma de min-
ha face mudou.
Não porque fiquei mais
triste, mas porque fiquei
mais alegre.
E por quê? Porque sentí
que o maior de todos os
amigos está sempre ao meu
lado.
By: Carlos Barroso
SOFREDORES CORAJOSOS
(Poesia)
Neste mundo sofredor obser-
vo almas marcadas.
Pessoas feridas.
Almas cansadas.
Observo pessoas sem direção.
E vejo almas cambaleantes
e perdidas.
Vejo pessoas sem rumo nas
mãos.
Sou testemunha do sofrimen-
to da humanidade.
Testemunho os rostos pálidos
dos que são torturados.
Pois toda a criação está de-
baixo da crueldade.
Mas considero muitos corajosos
e bravos.
Sim, considero-os valentes
e determinados.
Pois para a morte e para
a grande chacina dirigem seus
passos.
By: Carlos Barroso
Neste mundo sofredor obser-
vo almas marcadas.
Pessoas feridas.
Almas cansadas.
Observo pessoas sem direção.
E vejo almas cambaleantes
e perdidas.
Vejo pessoas sem rumo nas
mãos.
Sou testemunha do sofrimen-
to da humanidade.
Testemunho os rostos pálidos
dos que são torturados.
Pois toda a criação está de-
baixo da crueldade.
Mas considero muitos corajosos
e bravos.
Sim, considero-os valentes
e determinados.
Pois para a morte e para
a grande chacina dirigem seus
passos.
By: Carlos Barroso
quarta-feira, 6 de abril de 2011
educAÇÃO BR: STF está julgando a ADI do piso salarial dos profe...
educAÇÃO BR: STF está julgando a ADI do piso salarial dos profe...: "Brasil 06/04/2011 - 18:45 Do site do STF (ACOMPANHEM NAS PRÓXIMAS HORAS O RESULTADO DO JULGAMENTO AQUI NO educaAÇÃO BR)O ..."
quarta-feira, 16 de março de 2011
O AMOR VAI ALÉM DE OBSTÁCULOS
MALES DO CORAÇÃO (Poesia )
Os meus amigos estão no
meu coração.
A esperança está arraigada
em meu peito.
E o sossego e a paz
eu desejo todo dia.
Pessoas estão no meu coração
Estão guardadas nele
com dores de emoção.
O mundo está destruindo o meu peito
e a angústia não me deixa respirar.
Mas a força eu sempre busco ter
para esses males no meu coração vencer e acabar.
By: Carlos Barroso
FUROR (Poesia)
Os iníquos estão florescendo.
Florescendo para a destruição.
Porque Jeová virá com sua ira
para julgar os perversos da humanidade.
Neste dia haverá choro
e ranger de dentes. Os iníquos não conseguirão
escapar da ira de Jeová.
Porque está próximo o dia de Jeová!
Sim! e se aproxima muitíssimo.
Naquele dia Jeová será escudo e poder, braço
forte e potência para os retos.
Porque ele tem odiado
as ações dos iníquos.
By: Carlos Barroso
INDESEJÁVEL SEXTA-FEIRA (Poesia)
Há o dia bom,
há o dia ruim.
Há o dia de desespero.
E eu me sinto assim.
Há o dia de alegria,
há o dia de clamores.
Há o dia de lamento.
Há o dia de dores.
Há o dia de inquietação.
Há o dia de desesperança.
Há o dia de massacre,
há o dia de matança.
Há o dia de tortura,
há o dia de se chibatear.
Há o dia de loucura.
Há o dia de gritar.
Há o dia de rangido.
Há o dia de se retorcer.
Há o dia de calamidade.
Há o dia de sofrer.
Há o dia de luz.
Há o dia de escuridão.
Há o dia de coração pesado.
E de dores no coração.
Há o dia de ficar acor-
dado.
Há dia de dormir.
Hà dia de não pensar
e dos pensamentos fugir.
By: Carlos Barroso
Os meus amigos estão no
meu coração.
A esperança está arraigada
em meu peito.
E o sossego e a paz
eu desejo todo dia.
Pessoas estão no meu coração
Estão guardadas nele
com dores de emoção.
O mundo está destruindo o meu peito
e a angústia não me deixa respirar.
Mas a força eu sempre busco ter
para esses males no meu coração vencer e acabar.
By: Carlos Barroso
FUROR (Poesia)
Os iníquos estão florescendo.
Florescendo para a destruição.
Porque Jeová virá com sua ira
para julgar os perversos da humanidade.
Neste dia haverá choro
e ranger de dentes. Os iníquos não conseguirão
escapar da ira de Jeová.
Porque está próximo o dia de Jeová!
Sim! e se aproxima muitíssimo.
Naquele dia Jeová será escudo e poder, braço
forte e potência para os retos.
Porque ele tem odiado
as ações dos iníquos.
By: Carlos Barroso
INDESEJÁVEL SEXTA-FEIRA (Poesia)
Há o dia bom,
há o dia ruim.
Há o dia de desespero.
E eu me sinto assim.
Há o dia de alegria,
há o dia de clamores.
Há o dia de lamento.
Há o dia de dores.
Há o dia de inquietação.
Há o dia de desesperança.
Há o dia de massacre,
há o dia de matança.
Há o dia de tortura,
há o dia de se chibatear.
Há o dia de loucura.
Há o dia de gritar.
Há o dia de rangido.
Há o dia de se retorcer.
Há o dia de calamidade.
Há o dia de sofrer.
Há o dia de luz.
Há o dia de escuridão.
Há o dia de coração pesado.
E de dores no coração.
Há o dia de ficar acor-
dado.
Há dia de dormir.
Hà dia de não pensar
e dos pensamentos fugir.
By: Carlos Barroso
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Primeira mão
Natal Livre - 2008
Olá a todos,
É com muita felicidade que estamos iniciando os trabalhos da edição 2008 do Natal Livre. Neste momento estamos recrutando as pessoas que podem e desejam ajudar na construção do evento de natal mais "arretado" (vulgo right tech) do Ceará.
Neste ano iremos repetir a fórmula do ano passado, ou seja, palestras básicas e de uso comum no dia-a-dia dos usuários de computador. Como sugestão para as palestras temos:
Fique a vontade para sugerir outros temas a serem vistos no evento, entretanto, informamos que ainda não temos local e data definida e estes temas poderão ou não ser tratados no evento.
Data Prevista - NÃO CONFIRMADA: 13 de Dezembro (sábado)
Horário: A partir das 08:00hrs
Temos a necessidade de pessoas para ajudar em:
As discussões gerais do evento serão na lista do GUBRO-CE neste caso, você terá que se inscrever na lista, acesse o link abaixo e veja como deverá agir:
http://www.broffice.org/gubro-ce
Olá a todos,
É com muita felicidade que estamos iniciando os trabalhos da edição 2008 do Natal Livre. Neste momento estamos recrutando as pessoas que podem e desejam ajudar na construção do evento de natal mais "arretado" (vulgo right tech) do Ceará.
Neste ano iremos repetir a fórmula do ano passado, ou seja, palestras básicas e de uso comum no dia-a-dia dos usuários de computador. Como sugestão para as palestras temos:
- K3B - Gravando arquivos para o CD;
- Konqueror - Recursos especiais do Gerenciador de Arquivos;
- kaffeine - Assistindo filmes e ouvindo músicas;
- Amsn - Comunicador instantâneo;
- Writer - Editor de textos ;
- Calc - Planilha Eletrônica;
- Impress - Gerenciador de Apresentações;
- Gimp - Efeitos Mágicos;
- Firefox - Dicas e Truques;
- Big Linux - Mais que um Linux.
Fique a vontade para sugerir outros temas a serem vistos no evento, entretanto, informamos que ainda não temos local e data definida e estes temas poderão ou não ser tratados no evento.
Data Prevista - NÃO CONFIRMADA: 13 de Dezembro (sábado)
Horário: A partir das 08:00hrs
Temos a necessidade de pessoas para ajudar em:
- Sugerir locais - preferivelmente sem ser em faculdades ou universidades;
- Sugerir entidade a ser beneficiada com os alimentos e brinquedos;
- Se encarregar de distribuir o material-gráfico em locais como Universidades, empresas e instituições;
- Palestrar com temas básicos, etc.
As discussões gerais do evento serão na lista do GUBRO-CE neste caso, você terá que se inscrever na lista, acesse o link abaixo e veja como deverá agir:
http://www.broffice.org/gubro-ce
domingo, 6 de fevereiro de 2011
GENTE SE INTERESSA POR GENTE
Quando se fala de quem mora no interior, tem-se a impressão que tudo é pacato, sossegadão e que todo mundo vive na madorra com um gravetozinho entre os dentes vendo o tempo passar, bem, isto realmente acontece nos livros, nos filmes e nos causos dos contadores de histórias que as vezes pincelam a realidade obscurecendo fatos peculiares comum a todos os lugares, rotulam com eufemismo a dureza de ser interiorano e isto nós sabemos que é atemporal, independente do periodo em que se vive, a essência do ser humano é uma só, tentar viver de modo intenso o mais intensamente possivel, não basta ter de lidar com o dia a dia, as vezes é preciso compartilhar com outros as migalhas das experiências e perceber que eles também não sabem lidar com as pressões do cotidiano e assim vão vivendo e aparentemente aprendendo a contornar as situações mais inusitadas, vamos tentarar reaver algumas dessas perolas. Vamos lá? Não imagine o leitor que sou um mero expectador vislumbrado com mesmices do interiorano, aliás, vamos chamá-lo de Ranulfo, isto mesmo Ranulfo tem nome e identidade e o que aconteceu com ele poderia ter acontecido com qualquer um de nós, o fato só não passou despercebido por que eu tive o privilégio de conhecer um parente próximo dele o.... bem vamos deixar este parente no anonimato e voltar no tempo, bem no periodo em que tudo aconteceu.
Já passava das nove horas e o ônibus nada de aparecer, de vez em quando Ranulfo esticava o pescoço deixando transparecer uma impaciência, também é no que dá ficar um pouco mais tarde só para agradar o patrão, e o pior, é saber que não vai ser remunerado, ele e a sua língua grande, que sempre cresce mais um pouco para falar "tudo bem, pode deixar" e neste momento ser incapaz de dizer não quando alguém diz " muito obrigado Ranulfo, eu sabia que podia contar com você" hum! Contar, contar com ele, dá raiva só de pensar, qualquer pessoa sensata saíria tranquilamente dessas situações, mas não o Ranulfo, ele era diferente, era pau prá toda obra e mesmo resmungando bem no íntimo para ninguém ouvir, lá ia ele com um sorriso nos lábios e um certo ar de resignação mas, quem percebia? Amargou quase duas horas de espera até que o ônibus apareceu, ainda bem que não tinha muito passageiros, pois quase todo dia ele ia em pé, deslizando prá lá prá cá no interior do coletivo supondo que poderia machucar alguém, já sabia de cor e salteado o trajeto, mesmo que fecha-se os olhos saberia dizer em que trecho estava e esta sua capacidade era o que aliviava a tensão da viagem tanto da ida quanto a da volta e era isso que ele fazia fechava os olhos e deixava a imaginar criar corpo, esta tática era ótima enquanto ele confirmava na mente o que estava ao seu redor de repente o ônibus freava bem perto da sua parada, respirava aliviado e caminhava a passos lentos até a quadra onde ficava sua casa, não era uma senhora de uma casa, mas erao local onde ele podia se sentir grande, disposto e dono de si, neste horário dificilmente iria encontrar os vizinhos acordados, ainda bem, pois não queria se deter com assuntos que as vezes não lhe dizia respeito mas que o seu ouvido ficava atento e quando se apercebia já estava na hora de dormir e aquele vizinho que com certeza ficaria em casa o dia todo nem se abalava, ainda dizia "- O papo tá bom, mas eu vou ter que dormir" Como se ele estivesse atrapalhando algo e não o contrário, olhou sorrateiramente como realmente não tinha ninguém por perto entrou imediatamente em casaJá não aguentava mais ser tão solidário, ser tão submisso, por mais que tentasse ser diferente não conseguia mudar o seu estilo, ficava a noite toda remoendo o caso e só aliviava a mente quando de modo mais servil possivel rastejava-se aos pés do seu opositor
Já passava das nove horas e o ônibus nada de aparecer, de vez em quando Ranulfo esticava o pescoço deixando transparecer uma impaciência, também é no que dá ficar um pouco mais tarde só para agradar o patrão, e o pior, é saber que não vai ser remunerado, ele e a sua língua grande, que sempre cresce mais um pouco para falar "tudo bem, pode deixar" e neste momento ser incapaz de dizer não quando alguém diz " muito obrigado Ranulfo, eu sabia que podia contar com você" hum! Contar, contar com ele, dá raiva só de pensar, qualquer pessoa sensata saíria tranquilamente dessas situações, mas não o Ranulfo, ele era diferente, era pau prá toda obra e mesmo resmungando bem no íntimo para ninguém ouvir, lá ia ele com um sorriso nos lábios e um certo ar de resignação mas, quem percebia? Amargou quase duas horas de espera até que o ônibus apareceu, ainda bem que não tinha muito passageiros, pois quase todo dia ele ia em pé, deslizando prá lá prá cá no interior do coletivo supondo que poderia machucar alguém, já sabia de cor e salteado o trajeto, mesmo que fecha-se os olhos saberia dizer em que trecho estava e esta sua capacidade era o que aliviava a tensão da viagem tanto da ida quanto a da volta e era isso que ele fazia fechava os olhos e deixava a imaginar criar corpo, esta tática era ótima enquanto ele confirmava na mente o que estava ao seu redor de repente o ônibus freava bem pert
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