sábado, 11 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Aquelas pessoas
(poemas)
Olhamos para trás e percebe-
mos que vimos pessoas de todos
os tipos.
Eu sou Testemunha ocular dis-
so, pois vi pessoas que estão mar-
cadas em minha memória.
Lembro-me daquelas pessoas.
Que algumas eram magras.
Que outras eram gordas.
Outras não sorriam.
Tinha aqueles que rostos não
tinham.
E havia mulheres belas e deli-
cadas.
Eu vi também a velhas e can-
sadas.
E lembro das apressadas e das
distraídas.
Sim, lembro-me das pessoas
que existiram em meu passado, mas
agora não sei se agora são ou não.
Agora olho para frente e
vejo novas e antigas pessoas
que agora compartilham duma
mesma época e que no mo-
mento são.
By: Carlos Barroso
Olhamos para trás e percebe-
mos que vimos pessoas de todos
os tipos.
Eu sou Testemunha ocular dis-
so, pois vi pessoas que estão mar-
cadas em minha memória.
Lembro-me daquelas pessoas.
Que algumas eram magras.
Que outras eram gordas.
Outras não sorriam.
Tinha aqueles que rostos não
tinham.
E havia mulheres belas e deli-
cadas.
Eu vi também a velhas e can-
sadas.
E lembro das apressadas e das
distraídas.
Sim, lembro-me das pessoas
que existiram em meu passado, mas
agora não sei se agora são ou não.
Agora olho para frente e
vejo novas e antigas pessoas
que agora compartilham duma
mesma época e que no mo-
mento são.
By: Carlos Barroso
Vamos! Construamos o Paraíso de Jeová
(Poema) Bíblico-especial
By: Carlos Barroso
Vamos! Pois já amanheceu.
Construamos o Paraíso de
Jeová, pois a manhã é bela e
temos uma longura de tempo
e trabalho satisfatório. Carre-
guemos as madeiras e construa-
mos nossas casas. Plantemos
nossos vinhedos e comamos de
seus frutos. Vamos irmãos! Tome-
mos um chá e comamos um bom
pedaço de bolo. Falemos sobre
Jeová e seus trabalhos e reunamos
nossos amigos para conversar sobre
Jeová e seus trabalhos.
Construamos no dia seguinte
nosso paraíso e quando estivermos
terminado deleitemonos e experi-
mentemo-nos mais plenamente
a Jeová e digamos: Aleluia!
(louvado seja Jah!)By: Carlos Barroso
As pessoas e a realidade
(poesia)
Um velhinho chora.
Um senhor pede esmola.
Um idoso é mandado embor-
ra.
Uma criança vem a existên-
cia.
Ela sofre carência.
E é privada de assistência.
Um homem pede e clama ajuda.
Um varão é morto numa
luta.
Um cidadão é privado de sua
vida curta.
Uma mulher está desesperada.
Ela é hostilizada.
E ela é assassinada.
By: Carlos Barroso
Um velhinho chora.
Um senhor pede esmola.
Um idoso é mandado embor-
ra.
Uma criança vem a existên-
cia.
Ela sofre carência.
E é privada de assistência.
Um homem pede e clama ajuda.
Um varão é morto numa
luta.
Um cidadão é privado de sua
vida curta.
Uma mulher está desesperada.
Ela é hostilizada.
E ela é assassinada.
By: Carlos Barroso
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